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Firmado novo convênio entre AL e Academia de Letras da Bahia

Publicado em: 23/01/2007 00:00
Editoria: Diário Oficial

O escritor Délio Pinheiro dialoga com o presidente da Casa, sob os olhares atentos dos acadêmicos
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Os presidentes da Assembléia Legislativa e da Academia de Letras da Bahia, deputado Clóvis Ferraz e o professor Cláudio Veiga, assinaram um novo convênio estreitando os laços que unem o Legislativo com aquela Casa de Cultura.

Instituição de caráter eminentemente filantrópico, a Academia enfrenta problemas no dia-a-dia para prosseguir com a sua tarefa de fomento das letras baianas. Agora, com a subvenção resultante desse convênio de manutenção, ganha novo fôlego.

O documento foi firmado no gabinete da presidência, tendo como testemunhas o acadêmico e professor Aleiton Fonseca e o assessor da Assembléia para Assuntos Culturais Délio Pinheiro. Na oportunidade, Ferraz reafirmou o seu compromisso de trabalhar para melhorar o nível educacional e cultural dos baianos, revelando a sua alegria de representar o parlamento da Bahia na tarefa de resgatar livros de qualidade que estavam esgotados e que mantêm a tradição e a essência do que se convencionou chamar de baianidade.

Para ele, ao auxiliar a Academia de Letras, "uma Casa franciscana que só presta serviços a nossa sociedade", a Assembléia cumpre com uma de suas "mais caras" obrigações. Em seguida, o professor Cláudio Veiga agradeceu as palavras do presidente da Assembléia e, "sem correr o risco de cometer qualquer injustiça", o colocou na condição de deputado estadual mais umbilicalmente ligado às coisas da cultura no nosso estado. Ele louvou a assinatura do convênio de manutenção, que se somará ao firmado por "aquela Casa com o governo do estado, através da Secretaria da Cultura, até agora a única fonte de receita da Academia."

ABNEGAÇÃO

Presidente da instituição há 26 anos, o professor, na opinião do parlamentar, é um abnegado, pois não recebe salário ou qualquer tipo de auxílio pecuniário, assim como os demais acadêmicos, que não dispõem de jeton ou qualquer outro de tipo de remuneração.

Para Cláudio Veiga, o papel desempenhado pela Assembléia na gestão do presidente Clóvis Ferraz entrará com "honra" na memória da Academia. Ele elogiou ainda os termos de outro convênio firmado entre as instituições e que permitiu a publicação de oito volumes em pouco menos de dois anos.

Já para Délio Pinheiro, que atuou como executor da política cultural da Assembléia no mesmo período, o trabalho foi realizado de forma prazerosa por causa da "total" interação de objetivos, que, seguindo as recomendações do presidente Clóvis Ferraz, privilegiaram a edição de livros de interesse geral – mas com qualidades literárias e históricas incontestáveis. Por seu turno, o professor Aleiton Fonseca louvou a "visão" do deputado Clóvis Ferraz, torcendo para que outros parlamentares baianos e de outras assembléias tenham a mesma sensibilidade para a cultura e as letras.

 



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