O deputado Eliel Santana (PSC) quer que o governo do estado priorize a relotação do servidor público que também exerça a função de Ministro de Confissão Religiosa. Com o objetivo de facilitar os trâmites administrativos para efetivar a transferência desse funcionário, o parlamentar apresentou um projeto de lei na Assembléia Legislativa.
"O Ministro da Confissão Religiosa não se limita a um espaço físico ou geográfico", explicou Eliel na justificativa do documento. "Sua missão é mais abrangente e as distâncias perdem o sentido e transformam-se em incentivo para levar a palavra aos lugares mais longínquos."
Segundo o deputado, o ministro é uma pessoa vocacionada de forma voluntária para determinados serviços (eventuais ou permanentes), característicos da confissão. Como exemplo de ministros, ele citou, dentre outros, padres, pastores e presbíteros.
VISÃO
Para Eliel, a visão bíblica é abrangente e não determina local para ser divulgada. "Trata-se de uma atividade religiosa, que prima pela assistência às comunidades e suas necessidades, tanto do ponto de vista espiritual, quanto material, pois a Palavra de Deus é a maior arma de combate às injustiças sociais", continuou ele, acrescentando que é neste contexto que a presença do representante da Igreja se revela.
Pontuam as atividades de um ministro religioso, diz ele, visitas regulares às congregações e orientações aos fiéis, além de importantes ações de caráter social e beneficente. "O ministro pratica profundas transformações no ambiente familiar e manifesta nas pessoas a religiosidade capaz de mudar suas vidas para sempre", concluiu.
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