Dezoito de outubro foi escolhido como Dia dos Médicos por ser consagrado pela Igreja Católica a São Lucas, que exercia a profissão dentre outras habilidades como o dom da pintura e o talento para arte literária. Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. A explicação sobre a origem da homenagem foi dada pelo deputado Heraldo Rocha (PFL), que é médico, em moção de congratulações à categoria apresentada na Assembléia Legislativa.
No documento, ele lembra que a existência dos médicos se justifica pelo desejo de servir ao ser humano. “Assim, onde estiver o homem, ali estará invariavelmente o profissional de medicina, exercendo sua profissão não apenas como mero espectador do drama humano, mas decididamente como ator disposto a transformar a realidade adversa e contribuir para sua redenção e sua paz”, definiu.
Para Heraldo, o médico representa a parcela importante da sociedade civil organizada, na qual o seu papel de vigília da execução das políticas públicas de inclusão social é fundamental no resgate da cidadania do povo brasileiro. “A atuação serena, mas firme e decidida, das nossas entidades de classe, como, por exemplo, a Associação Bahiana de Medicina (ABM), o Sindicato dos Médicos e o Cremeb, nos orgulha bastante, principalmente quando se colocam como parceiros na luta incessante em defesa da qualidade de vida da comunidade”, acrescentou ele.
Contudo, ele sublinhou como “diária e incansável” a luta que todos os “colegas médicos” travam para exercer a medicina com tranqüilidade e solidez. “Pois, em busca disso, apesar do desrespeito de algumas empresas de planos e seguros de saúde que, atualmente, causam tanto desconforto à nossa profissão, apesar da múltipla jornada de trabalho que muitos profissionais no exercício da atividade têm que enfrentar por um futuro promissor, apesar das conseqüências do constante aviltamento de seus honorários, necessitam manter sua auto-estima inabalável e sempre elevada, demonstrando assim o irrevogável valor da carreira médica, a qual merece ter seu justo reconhecimento”, concluiu Heraldo.
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