MÍDIA CENTER

Deputado lamenta morte de professor

Publicado em: 06/03/2006 19:36
Editoria: Diário Oficial

Paulo Cézar: rica vida profissional e pessoal
Foto: null
O falecimento do jurista e professor Francolino Neto enlutou o deputado Paulo Cézar (PFL), que, sensibilizado, solidarizou-se com seus familiares através de moção de pesar que protocolou junto à Secretaria Geral da Mesa da Assembléia Legislativa. O "ilustre jurista" faleceu no último dia 23, em Ilhéus, cidade do Sul da Bahia onde ele estava radicado há anos.

No documento que elaborou, o deputado pefelista fez um breve resumo da rica vida profissional e pessoal do professor, que era natural de Itajuípe, cidade da órbita de influência de Ilhéus, onde integrava o corpo de membros da Academia de Letras. Francolino Neto tinha profundo comprometimento com o ensino do terceiro grau, transmitindo às gerações mais novas "notável experiência como penalista", informou, acrescentando que os estudantes puderam ampliar "seu cabedal de informações técnicas, éticas e humanas pelo contato com o notável professor".

Paulo Cézar lembrou que ele também ingressou na vida pública, atuando como vereador em sua cidade natal, "porém o amor pela advocacia o fez despertar para sua verdadeira vocação, o Direito". Ele se formou em bacharel pela Faculdade de Direito, hoje da Universidade Federal da Bahia, enveredando-se em seguida pelo mundo acadêmico, vindo a ser um dos fundadores da antiga Faculdade de Direito de Ilhéus, atual Universidade Estadual de Santa Cruz ? onde exerceu a cátedra de Direito Penal.

"O nobre mestre também foi um dos fundadores da Academia de Letras de Ilhéus", continuou o parlamentar, e em meio a todas as atividades que exerceu publicou obras de conteúdo jurídico e também literárias, como Brasil Parlamentarista; Palavra aos Jovens; A Educação Escolar e a Região Cacaueira; Da Aplicação da Pena; Crime e Comunidade Cacaueira; e ainda Estante da Academia. O parlamentar encerrou sua homenagem reafirmando que o falecimento de Francolino Neto entristeceu a todos que privaram do seu convívio, mas registrando que "ele fica imortalizado pela obra, por ter semeado ensinamentos que continuam contribuindo para que tenhamos uma sociedade mais justa e igualitária".



Compartilhar: