Ao completar 120 anos de emancipação, Aratuípe recebeu moção de congratulações do deputado Sidelvan Nóbrega (PRB), na qual ele conta a história e a lenda desse município localizado a 220 quilômetros de Salvador, que tem nas culturas agrícolas e na extração de dendê e piaçava a base da sua economia. A história começa em 1549, quando o bandeirante italiano Paolo Capucci Maggitti se apaixonou por uma índia guerreira albina da tribo dos Iapêis. A "linda Aratuípe o ajudou a escapar dos tamoios, índios antropófagos que existiam na região. Ambos fugiram para Salvador e depois foram morar na Itália, em Abruzzo, onde constituíram família, sendo que ela, depois de batizada, recebeu o nome de Sara Maggatti."
Aratuípe pertencia a Nazaré e Santo Antônio de Jesus e deles foi desmembrada. Hoje, possui uma "área de 177,150 km² e população de 8,5 mil habitantes, várias indústrias, estabelecimentos comerciais e hotéis", diz o deputado. A cultura de Aratuípe, continua Eures Ribeiro, se manifesta através da música e da literatura e a cidade já foi cenário de filmes. "As filarmônicas Sociedade Filarmônica Lyra Ceciliana de Aratuípe e a Sociedade Filarmônica Lyra Conceição, fundadas em 1914, são tradição, e a poesia de cordel também engrandece a cultura local."
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