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Maria Luiza homenageia Dilma Rousseff

Publicado em: 17/11/2010 00:00
Editoria: Diário Oficial

Parlamentar do PSC congratulou-se com a nova presidente pela vitória nas últimas eleições
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Dilma Rousseff tornou-se, no dia 31 de outubro de 2010, a primeira mulher eleita para ocupar o posto mais alto da hierarquia política do país. Tal este fato histórico provocou muitas homenagens em todo o Brasil. Na Assembleia Legislativa da Bahia, não foi diferente. A deputada Maria Luiza Carneiro (PSC) apresentou moção de congratulações à nova presidente pela vitória nas eleições.
Nascida em Belo Horizonte, em 14 de dezembro de 1947, Dilma foi educada de modo tradicional, mas, logo após o golpe militar de 1964, interessou-se pelos ideais socialistas, iniciando nas organizações que defendiam o Brasil contra o regime militar. Por conta disso, passou quase três anos presa entre o período de 1970 e 1972. Após reconstruir sua vida no Rio Grande do Sul, Dilma ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) com Leonel Brizola. Também exerceu os cargos de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre, no governo de Alceu Collares, de secretária estadual de Minas e Energia, no governo de Olívio Dutra, e de ministra-chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu. Hoje, "como presidente da República, Dilma Rousseff, faz parte de um restrito grupo de mulheres chefes de Estado ou Governo", ressaltou Maria Luiza Carneiro.
Na moção, a deputada lembrou que o papel da mulher começou a mudar a partir da Revolução Francesa, em 1789, quando as mulheres passaram a atuar de forma significativa na sociedade. A exploração e a limitação de direitos foram desaparecendo à medida que surgiam os milhares de movimentos feministas que buscavam a melhoria das condições de vida, trabalho, participação política, acesso a instrução e igualdade de direitos entre os sexos.
Atualmente, ainda segundo a parlamentar, a mulher tem conquistado espaços nas esferas política, econômica, social e profissional. Como consequência, suas habilidades vêm sendo valorizadas, possibilitando o acesso às posições estratégicas no ambiente de trabalho. Todavia, este contingente feminino, representado por 8% dos parlamentares, ainda tem sido sujeito a algumas limitações, ou tem sofrido dificuldades quanto ao seu acesso a cargos e salários que exigem maior qualificação.
Para a deputada, o resultado dessa eleição é histórico, não só pelo fato de que o Brasil elegeu para o cargo mais importante da nossa democracia uma mulher, mas, também, porque se trata da maior vitória feminina em um sistema político amplamente dominado pelos homens.



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