Os ministros Carlos Ayres Britto, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, e Ubiratan Aguiar, presidente do Tribunal de Contas da União, foram agraciados na sexta-feira, no plenário do Tribunal de Contas do Município (TCM), com a Medalha de Mérito Luís Eduardo Magalhães. A solenidade, conduzida pelo presidente da instituição, Francisco de Souza Andrade Netto, contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo (PDT), entre outras autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A entrega das medalhas tem como finalidade o reconhecimento de relevantes serviços prestados por cidadãos ao Poder Legislativo e, em especial, ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, que instituiu a honraria através da Resolução 600/02. Marcelo Nilo afirmou que o TCM foi feliz ao criar a medalha com o nome do ex-presidente do Congresso Nacional Luís Eduardo Magalhães, que também foi presidente do Legislativo baiano, e novamente ao homenagear os dois homens públicos que prestaram grandes serviços ao país.
"São duas personalidades que nos seus campos de atuação prestaram relevantes serviços ao Brasil em momentos difíceis, principalmente durante a redemocratização do país", ressaltou o presidente do Legislativo baiano.
CURRÍCULOS
Diplomado em Direito, o ministro do STF Carlos Ayres Britto ocupou diversos cargos em Sergipe, de onde é natural, tendo exercido entre eles o de procurador do Tribunal de Contas do Estado. Em junho de 2003, foi nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo desde 2006 ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral, onde ocupou o cargo de presidente.
Natural de Cedro (CE), o presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Ubiratan Aguiar, é formado em Ciências Jurídicas e Sociais; foi vereador, deputado estadual e federal. Nomeado ministro do TCU em 2001, tomou posse como presidente em 2008, destacando-se pelo combate ao desperdício de dinheiro público e à corrupção, afirmando que "o sucesso das diversas instituições públicas somente será pleno se acreditarmos, todos, em um mesmo projeto".
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