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2º Encontro Baiano da Doença de Parkinson

Publicado em: 11/04/2008 00:00
Editoria: Diário Oficial

Heraldo Rocha destaca a realização, hoje, do 2º Encontro Baiano da Doença de Parkinson
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A Associação Baiana de Parkinson e Alzheimer (Abapaz) realiza, hoje, o 2º Encontro Baiano da Doença de Parkinson, em comemoração ao Dia Mundial de Parkinson. A iniciativa foi louvada na Assembléia Legislativa da Bahia por meio de moção de congratulações apresentada pelo deputado Heraldo Rocha (DEM). "Queremos saudar a todos os integrantes da Abapaz, estes bravos cidadãos sempre fiéis a sua nobre missão de apoiar, informar e orientar os portadores de Parkinson e Alzheimer, seus familiares, cuidadores e comunidade para uma melhor qualidade de vida", disse.
O encontro tem o objetivo de registrar e evidenciar a passagem da data, através de uma campanha de conscientização sobre a doença, informando sobre progressos no tratamento de intervenções terapêuticas, que melhoram a vida dos portadores. Está prevista uma tarde inteira de palestras com enfoque multidisciplinar nas áreas que abrangem o tratamento da doença: neurológica, fisioterápica, fonoaudiológica, psicológica e cirúrgica.
Heraldo Rocha lembra que a Abapaz tem por finalidade apoiar e trocar informações, com reuniões mensais com portadores, familiares e cuidadores. "Os cuidadores são peças muito importantes no tratamento da Doença de Parkinson, haja vista que cuidar do PDP é um processo educativo de conhecimento da doença, de aprendizagem. Para conviver e lidar com o portador, para acompanhar a evolução da doença, deve-se envolver toda a família, com muito amor, carinho e paciência", disse.
O Parkinson é uma doença neurodegenerativa de causa desconhecida. Não é fatal, nem hereditário ou contagioso e não afeta a memória ou a capacidade intelectual do portador. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e não existe um exame que a identifique. O paciente recebe o diagnóstico por exclusão de outras doenças. Trata-se de uma enfermidade que se manifesta principalmente após os 60 anos, apesar de haver casos de portadores com idade inferior aos 40 anos, e atinge 3% da população.



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