O Programa de Coleta Seletiva da Assembléia Legislativa (Reciclalba) será relançado amanhã com uma programação especial. A partir das 10h começarão a ser distribuídos nas repartições da AL os recipientes para coleta de papel branco para ser reciclado. Em todas as salas, a distribuição será precedida de uma pequena encenação teatral, na qual uma atriz encarnando a personagem Maria Fulô demonstrará a importância da participação de todos no processo.
A programação contará ainda com uma exposição de obras de arte e artesanato confeccionadas a partir de material reciclado pelos alunos especiais do Espaço Via Ponte. Haverá também um Albashow temático no Saguão Josaphat Marinho (hall de entrada da Assembléia), com a participação dos servidores Ana Paula Machado Borges e Sargento Pires, que interpretarão canções com temas relacionados ao meio ambiente. No local, também serão distribuídos gratuitamente exemplares do livro infantil A Cachoeira Encantada, do escritor Hugo Homem.
REVITALIZADO
Criado em 2000, o Reciclalba tem o propósito de incentivar uma conscientização ambiental na Casa. Porém, até hoje a coleta se limitava a jornais velhos. No ano passado, com o objetivo de criar um maior comprometimento de todos os servidores, o presidente da AL, deputado Marcelo Nilo (PSDB), criou uma comissão composta por seis integrantes para promover ações para combater o desperdício, otimizar recursos e reaproveitar materiais recicláveis – enfim, revitalizar e fortalecer o programa.
Membro da comissão, Newton dos Santos Silva lembra que, além do aspecto ambiental, o Reciclaba cumpre também na AL uma função social. Os recursos obtidos com ele financiam os cursos do Programa de Empregabilidade para Dependentes da Assembléia Legislativa.
Só este ano, já foram oferecidas duas turmas de informática básica (Windons, Excel e Word) que beneficiaram dependentes dos servidores da Casa e também dos funcionários terceirizados. "Com a ampliação do Reciclalba, com certeza vamos poder oferecer mais cursos", observou Newton. Ele explicou que, por lei, os cursos não podem ser custeados diretamente pela Assembléia Legislativa. "Se não fosse o programa, não teríamos os cursos", observou.
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