A partir do dia 24, o Telecurso 2000, que desde 1995 já formou mais de cinco milhões de jovens e adultos nos ensinos fundamental e médio, passará a ser chamado de Novo Telecurso, com novidades que prometem aumentar o alcance dos seus objetivos. Além de registrar as mudanças históricas, geográficas, científicas e tecnológicas ocorridas no período, o novo projeto terá aulas sobre as novas disciplinas do currículo do ensino médio, como Filosofia, Artes Plásticas, Música, Teatro e Sociologia.
Também serão oferecidos novos cursos profissionalizantes, como Gestão de Pessoas, Projetos de Manutenção e Administração da Manutenção, que também fazem parte da grade curricular. Outra iniciativa é a inclusão de alunos portadores de deficiência auditiva.
Para apresentar o novo projeto, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e o presidente da Fundação Roberto Marinho (FRM), José Roberto Marinho, participaram ontem de um evento, na sede da Fieb (Federação das Indústrias da Bahia), que contou com a presença do governador Jaques Wagner, do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, do secretário estadual da Educação, Adeum Sauer, empresários e educadores.
Na oportunidade, foi assinado protocolo de intenções entre o governo do Estado, Fiesp e FRM, com o objetivo de desenvolver e implementar, através de mútua cooperação, ações que utilizem a metodologia do telecurso no ensino público da Bahia.
Marcelo Nilo elogiou o alcance do programa e a participação da iniciativa privada na sua gestão, ressaltando que o Brasil só passará por um verdadeiro desenvolvimento quando for ofertada a toda a população uma educação de qualidade. "Iniciativas como esta e os esforços dos atuais governos indicam que o Brasil finalmente está elegendo a educação como prioridade", afirmou o presidente.
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