CONDIÇÕES
Segundo Ângela, o trecho que liga o distrito a Itabuna tem pouco mais de dez quilômetros, "mas a curta distância não livra quem utiliza a rodovia dos tormentos de uma viagem penosa". A má conservação da pista, acrescenta ela, prejudica a oferta de transporte público e dificulta o acesso da população a serviços essenciais, como os de saúde. Chega a causar estranheza à deputada, devido à pequena quilometragem desse trecho de estrada, o abandono a que foi relegado e que deverá ser sanado pela ação da atual administração estadual.
De acordo com queixas dos moradores, a realização de serviços de manutenção é esporádica e não assegura a permanência de condições razoáveis para a rodovia. O alto índice pluviométrico é apontado por eles como o principal responsável por acentuar o desgaste. "Diante de tal situação e considerando também a importância de se garantir melhor estrutura para o escoamento dos produtos agrícolas na área atendida pela rodovia, é fundamental que o governo promova a sua pavimentação", concluiu ela.
Como Ilhéus e Itabuna estão localizados numa região de boa precipitação pluviométrica, a deputada estadual considera indispensável que a obra de recuperação rodoviária que está solicitando seja feita com material capaz de resistir às intempéries. Em toda a região, o uso da cobertura asfáltica ao estilo "tratamento contra pó" não é satisfatória, diante da pequena resistência desse material às chuvas, sendo melhor aplicado em áreas da região nordeste do estado.
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