O deputado Paulo Rangel (PT) lamentou a morte dos membros da direção do sindicato do ramo químico e petroleiro, Antonio Jorge Nascimento da França e Antonio Carlos Marocci Rivas. Eles morreram no último sábado, quando o carro em que estavam colidiu com uma carreta no município de Oliveira dos Brejinhos, na BR-242, a 450km de Salvador. O sepultamento dos dois aconteceu no domingo, no Cemitério Jardim da Saudade.
“Num clima de profunda dor, centenas de pessoas compareceram ao cemitério para dar o último adeus aos companheiros que, em vida, eram exemplos de dedicação à luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e por uma sociedade mais justa e mais igual. Movidos a sonhos, eles se empenharam pela eleição de Jaques Wagner para governador e construíram a luta para garantir a reeleição de Lula à presidência. Morreram lutando por esse ideal”, observou Paulo Rangel no documento.
Antonio Rivas tinha 39 anos, era técnico em automação da Transpetro há três anos, casado e deixa dois filhos. Já Antonio Jorge da França, 40 anos, era mecânico da Petrobras há 21 anos, na área de Exploração e Produção, e deixou uma filha. “O companheiro Rivas participou ativamente da luta sindical e deixou como legado a isonomia entre os trabalhadores da Transpetro e Petrobras”, destacou o deputado petista. “Já Jorge França era pedagogo, formado pela Uneb, ingressou na Petrobras em 1985, e participou ativamente da retomada das grandes mobilizações da categoria após o regime militar”, acrescentou Rangel.
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