O deputado Emério Resedá (PFL) apresentou na Assembléia Legislativa uma moção de congratulações pela passagem dos 17 anos de emancipação política de Nova Fátima, no dia 13 de junho. O município foi desmembrado de Riachão do Jacuípe, em 1989, através da Lei 5.022. Porém, a sua história é bem mais antiga.
“Ela teve início em 1941, quando começaram a ser construídas as primeiras casas na região, onde hoje funciona o comércio do Sr. Né Pinto”, contou Resedá no documento. Segundo ele, nesses terrenos passavam duas estradas formando uma encruzilhada: era o arraial de Duas Estradas, que se desenvolvia rapidamente e logo foi chamado de povoado do Noventa. Em 13 de maio de 1957, o povoado foi elevado à categoria de vila, passando a se chamar Vila de Fátima, em homenagem à sua padroeira.
Na década de 60, continuou o parlamentar, o então governador Lomanto Júnior autorizou o asfaltamento da rodovia, marco que acelerou o crescimento da vila e atraiu o interesse dos governantes de Riachão do Jacuípe, que começaram a investir na região, construindo a primeira escola denominada Pedro Paulo da Silva. Em 1972, a primeira iluminação (luz a motor), substituída em 1978 pela energia elétrica de Paulo Afonso.
“Não demorou muito para que a vila se desenvolvesse e ganhasse estrutura para se tornar independente”, relatou o autor da moção. “Hoje, bem diferente do passado, Nova Fátima é considerada destaque na região pela excelente atuação político-administrativa e principalmente pelo calor acolhedor do seu povo, que deixa uma ótima impressão nos visitantes”, finalizou ele.
REDES SOCIAIS