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Deputado congratula-se com a população de Nova Soure

Publicado em: 06/06/2006 00:00
Editoria: Diário Oficial

José Nunes elogia trabalho da prefeitura
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Com o objetivo de congratular-se com a população de Nova Soure pela passagem dos 62 anos de emancipação político-administrativa, ocorrida no dia 1o de junho, o deputado José Nunes (PFL) acabou fazendo um trabalho de reconstituição histórica da localidade na moção protocolada na Assembléia Legislativa.

O parlamentar relata que a história de Nova Soure começa a partir de 1560, quando os jesuítas da Companhia de Jesus começaram a viajar para o interior do Brasil. "Os rios foram os caminhos utilizados nessa época. Durante a viagem, quando os padres encontravam os índios, paravam, construíam escolas, casas e locais de orações", conta o parlamentar, acrescentando que eles usavam o Rio Itapicuru, e seu afluente o riacho Natuba, como caminho.

José Nunes afirma que nas terras que ficavam ao lado desse riacho existiam cinco aldeias dos índios da tribo Kiriris. "Com a chegada dos padres, que numa linguagem amorosa e paternal cativaram a amizade e confiança dos índios, estava fundada a missão do Natuba, que foi o primeiro nome dado a Nova Soure. Natuba é a palavra de origem indígena que significa ‘rio que nunca seca’."

A localidade, segundo o deputado, teve um rápido desenvolvimento. "Na fazenda denominada Bananeira, localizada nos terrenos de massapê próxima à aldeia, havia o plantio de cana-de-açúcar, como também um engenho. Para ajudar no trabalho foram trazidos negros, os escravos, os brancos e os portugueses", acrescenta.

O autor da moção informa que em 1758 surgem alguns órgãos públicos, a exemplo do cartório. Nesse ano, a localidade passa a ser distrito. "A cidade foi se desenvolvendo ao longo dos tempos até conseguir sua autonomia em 1944", afirma o parlamentar. Ele diz ainda que o nome Nova Soure foi escolhido porque já existia no Pará uma cidade de nome Soure.

Atualmente, administrado pelo prefeito Cássio Biscardi, o município destaca-se na agricultura, especialmente na produção de castanha de caju, feijão, mandioca e milho, além de uma grande quantidade de mel. O trabalho da atual gestão é classificado por José Nunes como "competente e voltado para o social".



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