O ministro de Confissão Religiosa não se limita a um espaço geográfico. “Sua missão é muito mais abrangente e as distâncias perdem o sentido e transformam-se em incentivo para levar a palavra aos lugares mais longínquos”, explicou o deputado Eliel Santana (PSC), que apresentou na Assembléia Legislativa projeto de lei para que o governo do estado priorize a relocação do servidor público que seja também ministro de Confissão Religiosa.
Na justificativa do projeto, Eliel explicou que o ministro de Confissão Religiosa é a pessoa vocacionada, de forma voluntária, para determinados serviços (eventuais ou permanentes) característicos da referida confissão. Ele citou como exemplo padres, pastores e presbíteros.
Segundo o deputado, as medidas contidas no projeto têm como prioridade facilitar os trâmites e ajustes administrativos que assegurem a transferência do servidor, quando ele ou seu cônjuge for ministro de Confissão Religiosa. Eliel citou também os artigos 49 e 50, da Lei 6.677, que tratam a relocação como movimentação do servidor, com ou sem mudança de sede, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder e natureza jurídica.
“A visão bíblica é abrangente e não determina local para ser divulgada”, acredita Eliel Santana. “Trata-se de uma atividade religiosa que prima pela assistência às comunidades e suas necessidades, tanto do ponto de vista espiritual quanto material, pois a palavra de Deus é a maior arma de combate às injustiças sociais. E é nesse contexto que a presença do representante da Igreja se revela”.
Ele explica que pontuam as atividades de um ministro religioso visitas regulares às congregações e orientação aos fiéis, além de importantes ações de caráter social e beneficente. O ministro, assinala, pratica profundas transformações no ambiente familiar e manifesta nas pessoas religiosidade capaz de mudar suas vidas para sempre.
“A harmonia familiar funciona como um porto seguro, como abrigo das hostilidades e do dia-a-dia e fica evidente que, dentre as atribuições e responsabilidades do ministro de Confissão Religiosa, consta a de edificar na rocha a fé dessas famílias”, concluiu o parlamentar.
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