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Registrados os 169 anos de Monte Santo

Publicado em: 19/05/2006 00:00
Editoria: Diário Oficial

Pimenta parabeniza a cidade e aponta a necessidade de investimentos em infra-estrutura
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O deputado Edson Pimenta (PC do B) apresentou moção de congratulações na Assembléia Legislativa, homenageando Monte Santo em virtude do seu 169º aniversário de emancipação, comemorado no dia 21 de março. Ele aproveita para falar das origens do município, lembrando que as terras que compõem o seu território pertenceram ao grande latifúndio de Garcia D’Ávila, denominadas fazenda Soledade, arrendada a João Dias de Andrade.

Em 1750, o então arrendatário construiu uma casa e uma ermida, dando início à povoação de Monte Santo”, conta o representante do PC do B, acrescentando que em outubro de 1785 a propagação da ocorrência de milagres no local atraiu uma grande quantidade de peregrinos que acabaram fixando ali suas moradas. “Dali em diante, por desejo do frei Apolônio, o nome da localidade foi trocado de Serra do Piraguaçá para Vila do Coração de Jesus do Monte Santo, ato constante do decreto provincial de 21 de março de 1837”, informa. O nome foi simplificado em 1929.

A história de Monte Santo demonstra sua vocação religiosa e o número de peregrinos que visitam anualmente o município, principalmente na Semana Santa – relata o deputado – vem registrando índices cada vez maiores. O parlamentar diz ainda na moção que a sua economia baseia-se na produção de mandioca e na criação de caprinos, atividade que, por sua resistência aos longos períodos de estiagem, tem se consolidado como uma das principais criações da região, surgindo como fonte primária de geração de emprego e renda.

Os dados desenvolvimentistas aqui apresentados devem ser lastreados por investimentos em infra-estrutura para garantir aos visitantes uma prestação de serviço capaz de absorver a demanda existente”, aponta Pimenta. Ele defende também que as estradas de acesso ao município, o sistema de esgotamento sanitário, o saneamento básico e o investimento para a instalação de novos empreendimentos hoteleiros, pousadas e restaurantes devem ser objeto constante de programas prioritários dos orçamentos públicos.



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