Quero, através desta moção, levar o meu abraço a toda a população nordestinense. A declaração é do deputado Gildásio Penedo, líder do PFL, que propôs congratulações na Assembléia Legislativa àquela comunidade. Ele desejou “muitas felicidades e que o futuro seja de pleno progresso” para a cidade, que comemorou ontem 21 anos de emancipação político-administrativa.
O parlamentar diz que, após dez anos de emancipação, o município viu o progresso vicejar com a eleição de Wilson Araújo Matos, “carinhosamente chamado pelo povo de Ito”. Foi nessa época, relaciona Penedo, que foram construídos o Hospital Otto Alencar, a Barragem do Rio Itapicuru, a Escola Estadual Rubem Carneiro, e feitas eletrificações rurais, abertura de poços artesianos e aguadas. “Todas essas ações foram fruto da parceria com o governo do estado”, contou.
A história de Nordestina começa em 1937, quando dois desbravadores, Tertuliano Pereira e Gregório de Souza, resolveram construir duas casas na fazenda Cajueiro, em Queimadas, para aventurar-se na produção de fibra de caruá. Era época de Lampião e a dupla superou o pavor infundido nos fazendeiros e se dedicou à produção. Logo se construiu um armazém, depois surgiram casas comerciais, nasceu o povoado de Bloco que, em 1955, ascendeu à vila, como Cajueiro.
O primeiro movimento emancipatório – relata Gildásio Penedo - foi sete anos depois de ter se transformado em vila, mas as lideranças locais não obtiveram êxito. Porém, a luta foi continuada e se tornou vitoriosa em 1985, quando o então governador João Durval Carneiro sancionou a Lei 4.449, elevando a vila à categoria de município.
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