O presidente Angelo Coronel devolveu aos órgãos de origem todos os servidores cedidos à administração do Legislativo. A medida, explicou, não possui qualquer viés revanchista ou de perseguição, inserindo-se na adequação da estrutura da Casa ao modelo administrativo que pretende implementar.
Para ele, o ato tem caráter impessoal, profissional, pois considera necessário “dar uma balançada e oxigenar” o Legislativo, após dez anos, revertendo certa acomodação. O deputado Angelo Coronel admite até o retorno de profissionais devolvidos a outras instâncias de poder, caso suas atuações sejam consideradas necessárias para o trabalho diuturno.
Ele agradeceu a colaboração e o empenho dos 57 funcionários públicos que retornam ao Poder Executivo (em diversas secretarias e órgãos), Judiciário, prefeituras municipais e até a Assembleia Legislativa do Pará. Manifestou ainda o seu compromisso de valorizar os servidores da Assembleia e de aplicar a eventual economia de recursos orçamentários – pela diminuição de pessoal – na área de informática da Casa que requer investimento para manter a qualidade do serviço.
Para o presidente do Legislativo a sua prioridade número um é a reorganização do quadro dirigente e de pessoal da Casa, atuando sempre com parcimônia, observando o lado humano das substituições de modo a causar o menor atrito possível, pois não é sua “natureza” a retaliação política. A sua meta é motivar o funcionalismo, pois entende que só a colaboração de todos permitirá o atingimento das metas de campanha e as expectativas de todos os seus apoiadores – sem transigir com os “fantasmas”.
O deputado Angelo Coronel pretende instituir um sistema de ponto eletrônico para a administração, na certeza de que os servidores que efetivamente trabalham e se dedicam sairão valorizados desse processo de reorganização.
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