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Comissão de Agricultura lutou pelo crescimento da produção baiana

Publicado em: 04/02/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

O pedetista Roberto Carlos organizou ações também para fortalecer as entidades estaduais
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A Comissão de Agricultura e Política Rural, presidida pelo deputado Roberto Carlos (PDT), organizou ações por melhores condições de produtividade para os agricultores, bem como pelo fortalecimento das entidades estaduais para crescimento da produção estadual. Entre as bandeiras defendidas pelo colegiado em 2016, estavam a manutenção da Ceplac como centro de pesquisa especializado em assuntos técnicos e proteção à lavoura baiana. Um dos defensores da manutenção do órgão, o deputado Fábio Souto (DEM) lembrou que a Ceplac tem papel fundamental na agricultura do estado. 

Outra questão amplamente debatida no último ano foi a reinstalação, implantação e fortalecimento de programas de incentivo aos produtores. Entre eles o Cabra Produtiva – Rota do Leite, que objetiva organizar e profissionalizar a caprino cultura de leite no estado, promovendo a inclusão dos pequenos produtores e fomentando a agroindústria. 

FINANCIAMENTO

As condições de financiamento agrícola também foram pauta das reuniões do colegiado. Os parlamentares reuniram representantes dos ministérios públicos Estadual e Federal, Banco do Brasil, Caixa, Banco do Nordeste, Febraban, Ibama, Federação da Agricultura do Estado e de entidades ligadas ao agronegócio, além de pequenos e médios agricultores. O idealizador da reunião, deputado Eduardo Sales (PP), pretendeu encontrar meios legais para garantir que as instituições bancárias continuassem realizando operações de crédito financeiro aos produtores.

O direito à terra também norteou as discussões da comissão. De acordo com o deputado Roberto Carlos (PDT), sem a posse das terras, os produtores ficariam impedidos de conseguir credito para ampliar o cultivo. Aos deputados, a coordenadora executiva de Desenvolvimento Agrário (CDA), Renata Rossi, assegurou a entrega de mais 10 mil títulos de terras até o final do último ano. No entanto, o órgão declarou a dificuldade em entregar os títulos de terra aos proprietariados. O colegiado se comprometeu a apoiar o órgão neste sentido.

VAQUEJADA

Ainda em 2016, os membros da comissão se posicionaram contra a decisão do STF  em relação a lei cearense que impede a regulamentação da vaquejada. Os deputados Antonio Henrique Júnior (PP), Pablo Barrozo (DEM), Pedro Tavares (PMDB); os petistas Neusa Cadore, Gika Lopes e também Bira Corôa, que não faz parte da comissão mas se solidarizou com os colegas, lembraram que a vaquejada, “além de ser uma fonte de renda ímpar, chegar a arrecadar mais de R$ 20 milhões por ano é um traço marcante da cultura do sertanejo”. 


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