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MORTE DE MARISA LETÍCIA - Rui Costa destacou simplicidade

Publicado em: 03/02/2017 00:00
Editoria: Diário Oficial

Emocionado, governador telefonou para o ex-presidente Lula
Foto: Arquivo/Agência-Alba
O governador Rui Costa lamentou ontem, na Assembleia Legislativa, o falecimento da ex-primeira dama do país, Marisa Letícia. Visivelmente emocionado, desejou “que ela descanse em paz e que Deus lhe permita que as memórias que carregue sejam as de orgulho” pelo bem que sua família fez ao Brasil. “Dona Marisa é o retrato de mãe, mulher e avó, que esteve ao lado da sua família e que foi e é perseguida por parte imprensa e parte do Judiciário”, disse. O governador telefonou para o ex-presidente Lula na terça-feira, “desejando força e energia, parabenizando pelos 30 anos junto à mulher que o amou profundamente e esteve e lutou ao seu lado até a morte”.

Marisa Letícia, garantiu, “sofreu ao lado dele (Lula) e leva o orgulho que teve do marido e da família por ter levado o Brasil para um caminho melhor”. Ela e Lula, qualificou, “ são símbolos de que é possível governar um país incluindo milhares e milhares de pessoas. São símbolos de simplicidade”. Rui Costa criticou “os dois anos de vida revirada” da ex-primeira dama e referiu-se ao caso dos pedalinhos, “que ela comprou para seus netos e foram exibidos em rede nacional de televisão como o grande bem ou grande mal que fez à Nação. Ela teve seu barquinho de latão de 2 metros de comprimento, que tinha para botar os netinhos e ver seus sorrisos, e que colocou em uma aguada, porque aquilo não é lago, é uma aguada”, exposto à opinião pública. Teve suas almofadas e lençóis revirados por aqueles que deveriam ter isenção e cuidar da instituições jurídicas do país com imparcialidade”.

O governador aproveitou a oportunidade para criticar a imprensa e parte do Poder Judiciário brasileiro. Desejou “uma imprensa livre, inclusive do poder econômico” e disse que espera do Brasil “uma lei que enxergue cada um de nós de forma igual, sem olhar se somos ricos ou pobres, nem nossa filiação partidária. Que juízes e membros de órgãos de investigação nos olhem como cidadãos brasileiros, sem levar em conta quanto tem na nossa conta bancária”, disse o governador.


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