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Carlos Geilson destaca os 55 anos de Anguera

Publicado em: 22/11/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

No documento, tucano lembrou a luta pela emancipação do município
Foto: Arquivo/Agência-Alba
A data em que se comemora o Dia da Consciência Negra é dia também de festa entre os anguerenses. É que Anguera comemora 55 anos de emancipação política administrativa no dia 20 de novembro. E, para homenagear este importante município, o deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) apresentou uma moção de aplauso na Assembleia Legislativa da Bahia.

“Nesta data de hoje parabenizo o município de Anguera, que é formado por homens e mulheres de bem, e que merecem ser exaltados por sua decisiva participação no progresso dessa cidade tão querida”, frisou Carlos Geilson.

Foi através da Lei Estadual nº 1.558, no ano de 1961, que Anguera atingiu o nível de município. No começo de sua trajetória, o atual território anguerese era habitado pelos índios paiaiás. Já no século XIX o “homem branco” chegou ao local e trouxe consigo características do “mundo civilizado”, a exemplo da educação e do catolicismo. Com isso, na localidade foram erguidas uma escola e uma igreja. As obras foram realizadas pelo capitão José Marques de Oliveira Lima na Fazenda Almas, de sua propriedade, e atraíram várias famílias, que nela fixaram moradia e deram origem ao povoado de Almas.

Depois os tropeiros, que trafegavam indo e vindo do porto de Cachoeira, descobriram o local e descansavam nele antes de seguir viagem. A produção de fumo e a pecuária foram de grande valor para o desenvolvimento do lugar, que em 1890 logo passou a ser distrito de Feira de Santana. A modificação do nome para Anguera, que é de origem indígena e significa “alma penada”, foi realizada no ano de 1944.



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