“É com muita alegria que compartilho a importância dessa data histórica para a cidade de Itaparica”. Manifestando sua deferência aos munícipes de Itaparica, pela passagem do aniversário de emancipação da cidade, o deputado Leur Lomanto Júnior (PMDB) soma aos atos de trabalhos da Assembleia Legislativa do Estado moção em homenagem à data.
A ocupação do município deu-se a partir de um pequeno núcleo de povoamento fundado por jesuítas na contracosta, em 1560, onde hoje se localiza a Vila de Baiacu, então denominada como Vila do Senhor da Vera Cruz. Nesse período, foi nela iniciada a plantação de cana-de-açúcar, assim como a cultura do trigo, tendo recebido os primeiros animais bovinos.
Em 1763, Itaparica, que era a maior ilha da colônia, chamou a atenção da Coroa e, por conta disso, foi então incorporada aos seus bens. Os afamados estaleiros da Ilha de Itaparica eram também empório de construções navais da colônia: ali se armou a primeira quilha da Marinha de Guerra no Brasil.
Conhecida pela mansidão das águas e das riquezas naturais, o lugar foi bastante celebrado por uma de suas mais importantes personalidades: o escritor João Ubaldo Ribeiro. O acadêmico, jornalista e romancista contou para o mundo as peculiaridades dos itaparicanos.
Itaparica, que foi criada, originalmente, pelo decreto imperial de 25 de outubro de 1831, possui como norma vigente de criação a Lei Estadual nº 628, de 30 de dezembro de 1953, publicada no Diário Oficial em 14 de fevereiro de 1954.
A ilha foi emancipada de Salvador em 8 de agosto de 1833 e elevada à cidade em 30 de julho de 1962. Posteriormente, o município foi desmembrado em dois: o de Itaparica e o de Vera Cruz.
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