“Parabenizo, com todo o meu apreço, o querido município de Itanagra pela passagem dessa data festiva”. Com essas palavras o deputado Roberto Carlos (PDT) saudou os itanagrenses em moção de congratulações pelos 54 anos de emancipação da cidade. Criado por força da Lei 1767, de 30 de julho de 1962, Itanagra foi desmembrado dos municípios de Mata de São João e Entre Rios, na sua formação territorial. Antes de ser intitulado como Itanagra, que significa “Pedra de Areia”, o município teve outras denominações, como Cipó das Cabaças, Engenho de Cipó, Açu da Torre e Vila de Itanagra.
Sobre sua formação, o parlamentar destaca que em julho de 1942 saiu de Açu da Torre uma expedição composta por quatro capatazes, 37 escravos e caboclos nativos, tendo como chefe o capitão e almoxarife do Barão da Torre, Manoel Dias Gonçalves. Criaram o primeiro povoado em Sauípe e o segundo em Mucugê.
Seguindo o processo de interiorização em um novo local, fizeram as primeiras roçagens e se instalaram para os primeiros plantios de cana-de-açúcar. O novo povoado foi intitulado Cipó das Cabaças, devido à grande quantidade de cipó e também ao grande cultivo de enormes cabaças pelos índios, que serviam para guardarem farinha de mandioca e para enterro fúnebre.
Com a inauguração do primeiro engenho, em 1843, mudou-se o nome para Engenho Cipó. Em 1863, já em franco desenvolvimento, o arraial de Engenho Cipó teve o nome alterado para arraial do Cipó de Açu da Torre, denominação que perdurou até 1938, quando foi mudada para Itanagra.
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