O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, foi uma das autoridades presentes à maior festa cívica do Estado, o 2 de Julho, data da Independência da Bahia. Ao lado do governador Rui Costa e do prefeito ACM Neto, Nilo hasteou as bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador, solenidade acompanhada da execução do Hino Nacional pelas bandas de música da Marinha, Exército, Aeronáutica e Polícia Militar. Rui Costa, Marcelo Nilo e ACM Neto, acompanhados do presidente da Câmara Municipal de Salvador, Paulo Câmara, e de comandantes militares, colocaram coroas de flores no Monumento ao 2 de Julho, também no Campo Grande. Em seguida os carros emblemáticos do Caboclo e da Cabocla foram entregues à população, com a execução do Hino ao Dois de Julho.
As comemorações em Salvador começaram, como dita a tradição, logo cedo. Às 6 da manhã a queima de fogos no Largo da Lapinha anunciava o início dos festejos, com a saída, em seguida, do cortejo cívico em homenagem aos heróis da Independência. Oficiais e aspirantes da Marinha e Exército, integrantes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar participaram do desfile, assim como alunos e fanfarras de escolas estaduais e municipais. A participação popular, como em todos os anos, deu o tom colorido e alegre da festa.
História
As comemorações são uma celebração às tropas do Exército e da Marinha brasileiros que, depois de muita luta, conseguiram expulsar os portugueses e conquistar a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal. O levante começou em 1821, sendo vitoriosa a aspiração emancipacionista dos baianos em 2 de Julho de 1823. A data é uma das mais importantes do país, que ainda precisava se libertar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. O marechal Pedro Labatut foi o líder das tropas brasileiras e por isso é personalidade reverenciada nas comemorações.
O caboclo, a figura simbólica do Dois de Julho, foi criada em 1826 para homenagear os batalhões e os heróis que lutaram pela liberdade do Brasil. A escultura de um índio, um dos ícones da Independência baiana,foi feita para representar as tropas nacionais libertadoras. Somente vinte anos depois, em 1846, a figura da Cabocla foi incluída nas comemorações.
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