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Movimentos demonstraram apoio à legalidade democrática

Publicado em: 17/06/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

Toldos foram instalados em frente à Assembleia para dar maior conforto aos movimentos sociais que prestigiaram o evento
Foto: CarlosAmilton/Agência-Alba
Pessoas com faixas, gritos de guerra e cartazes ocuparam o estacionamento da Assembleia Legislativa. Movimentos sociais que apoiam a presidenta Dilma Rousseff e são contra o processo de impeachment participaram do ato político e cultural, logo após a entrega do Título de Cidadã Baiana. Rui Costa, Jaques Wagner, deputados estaduais, federais e os movimentos de resistência ao golpe fizeram coro e pediram o retorno de Dilma.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento Sem Terra (MST), Frente Brasil Popular, Marcha Mundial das Mulheres, Sindipetro, Sindican, Sinditic, Sindiquímica, Sindivigilante, Esquerda Unida, Frente Brasil sem Medo, Frente Nacional dos Advogados Contra o Golpe, Rede Feminista de Saúde e Médicos pela Democracia foram alguns dos movimentos que estiveram presentes. Segundo os organizadores, mais de 800 manifestantes. O Microtrio animou o evento.

Antonio Mário, da CUT, afirmou que Dilma é um projeto da Central dos Trabalhadores e que o Brasil está passando por um golpe. Lilian Marinho, da Frente Brasil sem Medo, acredita que o espaço dos movimentos sociais é ocupar as ruas e mostrar que o governo Temer é ilegítimo. Ela acredita que o processo do impeachment tem um pouco de machismo e que isso foi confirmado com o governo formado por Michel Temer: homens, brancos, heterossexuais. Para Gaby Maffei, da Frente Nacional Advogados Contra o Golpe, o processo do impeachment é autoritário e feriu os direitos constitucionais.


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