A morte da professora Maria Albertina Gouveia Pacheco, conhecida como “Tia Berta”, aos 94 anos, no último dia 2 de junho, foi lamentada na Assembleia Legislativa pela deputada Ângela Sousa (PSD). Em moção de pesar apresentada na Casa, a deputada contou que a professora nasceu em Botucatu (São Paulo), mas chegou a Ilhéus aos 8 anos. Na cidade da região cacaueira, dedicou cerca de seis décadas de sua vida à formação educacional de toda uma geração de ilheenses.
Educadora, fundou a Escola Pingo de Gente e, posteriormente, a Escola Ruy Barbosa. “Tia Berta, como era carinhosamente chamada por familiares, amigos, alunos e ex-alunos formou-se em 1941 no Instituto Nossa Senhora da Piedade. Iniciou sua longa dedicação ao magistério na antiga Escola Afonso de Carvalho”, acrescentou Ângela Sousa, no documento.
Logo em seguida, criou a Escolinha Pingo de Gente, que funcionava na Avenida Soares Lopes, nos fundos da casa de Maria da Conceição Soares Lopes, atual Edifício Ana Reis. Em 1957, em sociedade com a prima Maria Cleófa Pacheco Sá Barreto, Tia Berta fundou a Escola Ruy Barbosa. Localizada na área hoje ocupada pelo prédio da Receita Federal, a instituição funcionou até 1972.
“Essa grande mulher, que dedicou 57 anos ao magistério será lembrado pelos ilheenses pela importante contribuição educacional como também por toda sua trajetória pautada pela bondade e disposição a educar o próximo”, concluiu a parlamentar na moção.
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