O deputado Alan Castro (PSL) apresentou, na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, moção de apoio aos portadores de hemofilia e seus familiares, pela passagem do Dia Mundial da Hemofilia, em 17 de abril.
Hemofilia é uma doença hemorrágica congênita, que se manifesta em indivíduos do sexo masculino; mulheres raramente são acometidas. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil há cerca de 8 mil pacientes hemofílicos.
Em cerca de 50% dos indivíduos hemofílicos, a doença é grave. A principal manifestação é o sangramento espontâneo e esses pacientes necessitam de cuidados médicos frequentes. Os que têm hemofilia leve, ou moderada, sangram com frequência e intensidade menores.
Os sangramentos são iguais nos dois tipos de hemofilia, tanto na A quanto na B; a gravidade dos sangramentos depende da quantidade do fator de coagulação que está presente no plasma, líquido que representa 55% do volume total do sangue.
Nos casos de hemofilia grave, o diagnóstico é feito ainda na infância. Geralmente, a criança apresenta hematomas nas articulações, principalmente naquelas que sustentam o peso, como tornozelos e joelhos, assim que começa a se locomover de forma independente.
A hemorragia mais grave associada à hemofilia tende a ser interna, pois essa é mais difícil de diagnosticar. Entretanto, pacientes hemofílicos podem apresentar sangramento em qualquer parte do corpo, como boca, face e garganta, ou danos em articulações, ossos, nervos ou outros tecidos. Os sintomas mais comuns incluem contusões frequentes ou sangramentos repetidos em articulações (joelhos, cotovelos e quadril). O atendimento médico deve ser imediato nos casos de sangramentos mais severos e o tratamento é feito com a reposição venosa do fator deficiente.
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