"Carreira muito especial, que vive dias tensos, de muitos questionamentos, mas que não deverão abalar a liberdade de expressão e o livre exercício dessa profissão essencial à democracia e a diversidade de opiniões e pensamentos". Foi assim que a deputada Ivana Bastos (PSD), em moção de congratulações, saudou a passagem do Dia do Jornalista. A deputada opinou que "o essencial dessa carreira é a sua capacidade de buscar a informação no nascedouro e daí transformá-la em notícias que podem influenciar decisivamente as atividades políticas, econômicas e culturais".
No mundo político, então, continua Bastos, "estão surgindo novos paradigmas da atuação dos jornalistas, às vezes questionáveis, mas que vigoram nas mídias modernas. Talvez sejam experimentos naturais, com o surgimento das redes sociais, mas que com o passar dos anos vão, naturalmente, se adaptando aos novos ditames sociais".
Dessa forma, "apenas daqui a alguns anos é que iremos descobrir se as redes sociais e o jornalismo atualmente realizado veio para ficar ou se foi apenas uma "tempestade" no caminho, tanto na forma de fazer o jornalismo quanto na sua aceitação pela sociedade". A deputada informa que "a primeira escola de jornalismo criada no Brasil foi a Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero fundada em 1947 em São Paulo. O curso de jornalismo da universidade Federal de Juiz de Fora teve sua autorização em janeiro de 1958", relatou Ivana Bastos.
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