Irmanado ao sentimento de conquista dos cordeirenses, pela passagem do 53º aniversário de emancipação político-administrativa de Cordeiros, o deputado Luciano Ribeiro (DEM) apresentou homenagem à localidade.
O autor do texto descreve que o município de Cordeiros foi formado pela miscigenação entre os habitantes indígenas que já haviam se fixado no local, as famílias italianas e os escravos africanos. Em meados do século XIX, o capitão Manoel Cordeiro da Silva iniciou a construção da capela do Senhor Bom Jesus da Boa Vida, numa localidade pertencente ao município de Condeúba, dando origem ao povoado de Candeal.
Por influência da família do capitão Manoel Cordeiro esse povoado passou a denominar-se Cordeiros, por força da Lei Nº 11089, de 30 de novembro de 1938. Em 1944, o nome passou a ser Mandacaru, mas voltou a ser Cordeiros em 1961. O antigo povoado foi elevado à categoria de município com a denominação de Cordeiros, pela Lei Estadual nº 1605, de 28 de dezembro de 1961 e publicada no Diário Oficial de 31 de dezembro de 1961, mas só foi desmembrado de Condeúba e instalado em 7 de abril de 1963.
Além do relato histórico, o documento trata do desenvolvimento da cidade, que se deve à fertilidade de suas terras e a seu clima ameno. O parlamentar destaca que os moradores de Cordeiros sobreviviam do que plantavam: milho, mandioca, feijão, mamona, fumo, etc. Também tinham como fonte de renda a fabricação de esteiras, balaios, cestas, farinha, tapioca, rosário com coco licuri e agricultura de subsistência. Um fator muito importante, também citado por Luciano Ribeiro é a extração do Cristal e da Ametista. De acordo com ele “era comum aviões mono motores aterrissarem no campo traziam os compradores de pedra Cristal”.
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