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Caetité é homenageada por Luciano Ribeiro

Publicado em: 07/04/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

No documento, democrata relembrou o piorneirismo da cidade na educação
Foto: Arquivo/Agência-Alba
Pioneira na educação regional, com a primeira escola normal do sertão baiano, Caetité foi homenageada pelo democrata Luciano Ribeiro (DEM) com moção de congratulações pelos seus 206 anos. “A cidade mantém acesa a chama de polo regional do saber, matriz que foi de 47 municípios que nestes mais de dois séculos saíram de seu território original, inclusive Vitória da Conquista”.Muitos foram os seus filhos ilustres, “que elevam o nome da sua terra natal”, como “Cezar Zama, Aristides Spínola e Plínio de Lima – que no século XIX abraçaram a causa abolicionista”. Em Caetité “nasceu o primeiro governador eleito da Bahia, Dr. Joaquim Manoel Rodrigues Lima, o político Prisco Viana, o poeta Camillo de Jesus Lima, o político ex-governador Paulo Souto, o educador Anísio Teixeira, o cantor Waldick Soriano e tantas outras figuras ilustres na Bahia e no Brasil”.
  Em 1915, “foi instalado no município a diocese, sendo empossado o primeiro bispo – dom Manoel Raimundo de Melo – e foi este mais um fator de desenvolvimento da cidade”, que também “foi polo cultural da região sertaneja da Bahia”. Segundo constata Ribeiro, “Caetité cresce a cada dia, mantendo de um lado sua tradição e cultura e, de outro, um comércio e indústria que se erguem em destaque na região”. Hoje ela “se destaca especialmente pelo complexo gerador de energia eólica, sendo considerado o maior potencial em intensidade e frequência dos ventos” e pela “única mina de urânio da América Latina, a única explorada no Brasil, com reservas de 100.000 toneladas do minério (suficiente para abastecer todas as centrais nucleares do país por toda sua vida útil)”. 

Na moção o deputado democrata conta a história do surgimento da cidade e lembra que “na década de 1960 foi descoberta pelo caetiteense Newton Cotrim uma mina de manganês, com pequena produção no território da cidade. Quartzos e mármores são explorados desde o final do século XX e no começo do século XXI ocorre a descoberta de ricos depósitos ferríferos, que motivou a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)”.


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