Solidário ao sentimento de conquista dos moradores de Abaíra pelo aniversário de 54 anos da cidade, o deputado Vando (PSC) apresentou moção de congratulações na Assembleia Legislativa, descrevendo momentos ímpares sobre a formação da cidade.
Segundo levantamento histórico feito pelo deputado, no final do século XIX, o cidadão José Joaquim de Azevedo, morador do Curralinho, recebeu de herança uma fazenda onde passou a residir. Tal fazenda era chamada “Capoeira de Cana”, devido à grande quantidade de cana ali existente.
Com o constante trânsito de mineradores que se deslocavam do Bom Jesus do Rio de Contas para Mucugê, José Joaquim de Azevedo abriu um comércio de gêneros alimentícios para atender a essa demanda. Com o passar do tempo, tornou-se um hábito aos domingos as pessoas procurarem a “Venda” para tomar uma boa cachaça que ali era fabricada. Foi por isso que José Joaquim de Azevedo recebeu o apelido de “Zé da Venda”.
Diante da expansão do povoado, foi criado o distrito de Tabocas, devido à grande quantidade de uma espécie de bambu que existia às margens do rio Taboquinha. Tempos depois, por força da lei municipal nº 30 de 24 de abril de 1916, aprovada pela Lei Estadual nº 1162, de 09 de agosto de 1916, o distrito de Tabocas passou a denominar-se Abaíra.
O nome da cidade foi tirado de uma obra do romancista Londolfo Rocha dos termos da língua tupi que havia neste livro: Aba: Abundância + Íra: Mel = Abaíra: Abundância de Mel. Abaíra pertenceu a Piatã até o dia 22 de fevereiro de 1962, quando foi desmembrada e emancipada pela lei nº 1.622 de 22 de fevereiro de 1962.
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