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Comissão vai debater o Plano Estadual de Educação

Publicado em: 02/03/2016 00:00
Editoria: Diário Oficial

O Parlamento Jovem também será tema de debates no colegiado comandado por Eduardo Salles
Foto: Arquivo/Agência-Alba
 Dois assuntos serão prioritários nos trabalhos da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público este ano. A afirmação é do presidente do colegiado, deputado Eduardo Salles(PP), que abriu os trabalhos da mesma, com uma reunião ordinária, ontem pela manhã na Assembleia Legislativa.  A questão do Parlamento Jovem e os debates sobre o Plano Estadual da Educação merecerão atenção especial entre os outros assuntos, cuja pauta de trabalho será bastante intensa;

 Não abro mão este ano, sobre a questão do Parlamento Jovem. Já fui a Brasília e um assessor que trabalha comigo estará seguindo também para tratar do assunto. Vão ser selecionadas escolas públicas de toda a Bahia. Os alunos do ensino médio que se credenciarem nas suas escolas com apresentação de projetos de lei”.

 Eduardo Salles destacou ainda que “esses alunos serão deputados por alguns dias e seus projetos passarão por análise das comissões técnicas para serem aprovados. Temos que estimular esses jovens para a política do bem, como nós fazemos. Fazer o parlamento jovem é questão de honra e vamos realizar isso em parceria com a Escola do Legislativo”.

 Eduardo Salles  quer dedicar também um cuidado especial com os debates sobre o Plano Estadual da Educação que chegou a Assembleia no último mês de dezembro.  A Comissão aprovou por unanimidade a proposta do deputado Sidelvan Nóbrega(PRB) para realização de uma audiência pública com o tema sobre a necessidade de profissionais em Psicologia, Serviço Social e Psico-Pedagogia nas escolas públicas do Estado da Bahia. O evento será no dia 19 de abril.

 Também foi aprovada uma audiência pública propostas pelos deputado  Herzem Gusmão(PMDB) e Bira Corôa(PT) para o dia cinco de abril sobre a extensão do cursos de medicina veterinária e odontologia na Uneb, em Vitória da Conquista.

O nome da cidade foi tirado de uma obra do romancista Londolfo Rocha dos termos da língua tupi que havia neste livro: Aba: Abundância + Íra: Mel = Abaíra: Abundância de Mel. Abaíra pertenceu a Piatã até o dia 22 de fevereiro de 1962, quando foi desmembrada e emancipada pela lei nº 1.622 de 22 de fevereiro de 1962.


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