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Colegiado pretende agendar uma reunião com prefeito de Salvador

Publicado em: 02/04/2014 00:00
Editoria: Diário Oficial

Integrantes da comissão querem discutir com ACM Neto diversas questões ligadas à habitação
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A Comissão Especial de Desenvolvimento Urbano da Assembleia Legislativa pretende agendar uma reunião com o prefeito de Salvador, ACM Neto, para discutir problemas de infraestrutura e serviços nos condomínios do Minha Casa, Minha Vida. A decisão foi tomada na sessão de ontem, após o relato do coordenador do Movimento dos Sem-Teto de Salvador (MSTS), Idelmário Coelho, que apontou uma série de deficiências nas regiões onde o programa do governo federal já foi implantado na capital baiana.
Idelmário falou aos deputados, por exemplo, sobre a falta de transporte coletivo em Fazenda Grande 8-b, Fazenda Grande 15-a  e o Conjunto Assis Valente. Eles estão localizados na Avenida Assis Valentes-Cajazeiras, onde cerca de 1.500 famílias já estão morando e, até junho deste ano, mais 1.000 famílias estarão residindo. Segundo Idelmário, até semana passada não havia nenhuma linha de ônibus, fazendo com que os moradores tenham que caminhar cerca de cinco quilômetros até o centro de Cajazeiras.
“Na semana passada começou a circular uma linha que atende esses moradores, mas ela só passa em dois horários, no início da manhã e da noite, e por isso ela não é suficiente”, explicou o coordenador do MSTS, em seu relato para os integrantes da comissão. De acordo com ele, o prefeito ACM Neto já está ciente do problema e inclusive já se comprometeu a resolvê-lo, mas falta intervenções na via para os que os ônibus possam trafegar com segurança.
Em documento distribuído pelos parlamentares, foi reivindicada ainda a instalação de uma linha de ônibus para as estações Mussurunga e Pirajá no Conjunto Habitacional Bosque das Bromélias, na Estrada CIA/Aeroporto, onde moram cerca de três mil famílias. No documento, foi sugerido também a implantação de linhas de ônibus no Conjunto Habitacional Quinta da Glória (Itinga), onde moram cerca de 1.600 famílias, e no Conjunto Habitacional Recanto da Margarida, onde 500 famílias moram há cerca de três anos.



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