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Gilberto Santana lamenta morte de jornalista no sul

Publicado em: 20/09/2012 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado apresentou moção de pesar na AL
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A morte do historiador e jornalista itabunense Adelindo Kfoury Silveira, no dia 8 de setembro, foi lamentada na Assembleia Legislativa pelo deputado Coronel Gilberto Santana (PTN). Nascido em 6 de fevereiro de 1932, Adelindo Kfoury se destacou por ser o maior conhecedor da história regional e possuir o maior acervo histórico de Itabuna.
"A sua história – trajetória de vida pessoal e profissional – foi traçada e marcada no seu dia a dia pelas iniciativas e atitudes públicas e dedicações admiráveis, sempre servindo ao próximo, com simpatia, bondade e honradez", observou Gilberto Santana em moção de pesar apresentada na Assembleia Legislativa.
Além de historiador, Adelindo Kfoury era jornalista e, acrescentou o autor da moção, "um homem com vasto curriculum devotado às causas sociais brasileiras, especialmente da região cacaueira, onde encetou e participou de muitas campanhas pelo desenvolvimento regional, notadamente na Maçonaria e no Rotary Clube". Ele também foi um dos membros da diretoria da Fundação Jupará, membro da Academia de Letras de Ilhéus e deixou uma vasta obra, com livros sobre a história regional e romances.
Gilberto Santana citou um texto publicado pelo historiador no jornal A Região, na edição do dia 19 de novembro de 2011, no qual afirma: "Cheguei ao futuro como desejei: ao lado da esposa, que sempre foi o grande amor de minha vida; filhos exercendo atividades para as quais estudaram e junto às suas respectivas famílias constituídas; netos maravilhosos – os mais lindos do mundo! - orbitando aqui em torno."
"Através dos passos alternados de perda e ganho, silêncio e atividade, nascimento e morte, eu trilho o caminho da imortalidade." Desta forma, citando o escritor Deepak Chopra, o deputado Coronel Gilberto Santana (PTN) apresentou votos de profundo pesar, "inspirando nosso choro pela morte do ilustre homem Flávio Simões Costa, professor e sociólogo. Natural do Prado, Simões Costa mudou-se para Itabuna, sendo um dos fundadores da faculdade de filosofia daquela cidade, embrionária da Fespi-Uesc.
Ao longo da sua vida, ocupou várias funções. "Pertenceu ao Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) desde a fundação da Fespi; foi vereador por três mandatos e presidente da Câmara de Itabuna por duas vezes; presidiu a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc)". Deixa três filhos, sete netos e quatro bisnetos. Ao lamentar o falecimento, o deputado afirma, ainda, "votos de sentimentos de pesar extensivos a toda a família, mas tendo em Deus a esperança do conforto para cada membro".



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