Município que, constituído política e administrativamente há 50 anos, "vem apresentando incontestável contribuição ao desenvolvimento econômico de nosso estado", Canarana teve seu aniversário de emancipação política comemorado na Assembleia Legislativa com moção de congratulações. Nela, o deputado Luizinho Sobral ( PTN) parabenizou "todo o povo canaranense, que trabalha com afinco em prol do crescimento do município", hoje um produtor de cenoura, tomate, melancia, melão, mamona, beterraba e milho.
Situado na microrregião de Irecê e com população estimada em 24 mil habitantes, "até o início do século 19, o território de Canarana, habitado por índios pataxós, era de propriedade do Conde da Ponte. Com o avanço da ocupação do oeste, estas terras foram adquiridas pela família Miranda, onde estabeleceu a Fazenda Canabrava que, em linguagem indígena, é ‘cana falsa’, vegetação vasta às margens do Rio Vereda Romão Gramacho".
Por ser área de rota entre os municípios de Xique-Xique, Morro do Chapéu e Seabra, continua Sobral, nas proximidades da fazenda formou-se um povoado, cuja base da economia era a agricultura, com plantação de feijão, milho, mamona e mandioca e a criação de bovinos, caprinos, suínos e aves. "Com o desenvolvimento acelerado, em 1890, a Fazenda Canabrava recebeu status de distrito de Morro do Chapéu sob o nome de Canabrava do Miranda". Em junho de 1944, teve seu nome alterado para Canarana.
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