Cipó é uma cidade que "apresenta boa estrutura turística, com pousadas, restaurantes, bares e roteiros turísticos. Mas a grande particularidade brota de seu solo, com propriedades medicinais e uma temperatura incrivelmente gostosa. As águas de Cipó impulsionaram a economia do município, levando o turismo em larga escala para a região. A culinária sertaneja se faz presente com inúmeras delícias, com destaque para o bode do sol assado". Quem garante é a deputada Maria Luiza Laudano (PSD), em moção de congratulações pela comemoração dos 81 anos de emancipação do município.
Além "das agradáveis praias fluviais do Itapicuru, as três fontes de águas termais da cidade encabeçam a lista de seus destaques", elogia Laudano, informando que a primeira delas, às margens do rio, está situada no local onde foi construído o clube Balneário. E há, ainda, mais duas: a do Pau de Ferro e a localizada no Parque Agenor Brito, "ponto de grande visitação".
Para quem gosta de "mesclar saúde, tranquilidade e novas sensações", a região de Cipó, sobretudo nos meses de inverno, torna-se "uma pedida irresistível. As noites frias do sertão, combinadas com água quente e pratos típicos, tornarão a estada inesquecível".
Com população estimada em 16 mil habitantes, Cipó já teve suas terras denominadas Mãe d’Água de Cipó e pertencentes "a uma sesmaria no sertão de Itapicuru de Cima. Com a notícia de que pessoas haviam ficado curadas de diversas doenças por causa das águas termais existentes no local, seu donatário, Padre Antônio Monteiro Freire, em 1730, enviou uma representação ao vice-rei do Brasil; porém, só em 1829, o governo da Província mandou construir um estabelecimento de banhos. Em 1928, foi concedida a permissão para exploração industrial das águas, iniciando o progresso de Cipó". Em 1931, a localidade foi elevada a município. Passou a estância hidromineral em 1935 e somente "em 1938 sua sede foi elevada a cidade".
REDES SOCIAIS