Ao completar 30 anos de emancipação política, Cotegipe e seus quase 14 mil habitantes foram homenageados na Assembleia Legislativa pelo deputado Herbert Barbosa (DEM). Em moção de congratulações, o parlamentar destaca a vocação natural do município para a agropecuária "devido à fertilidade de seus terrenos" e às culturas de alho, arroz, banana, cana-de-açúcar, feijão, mandioca e milho produzidas em Cotegipe, assim como a "bovinocultura, avicultura, caprinovinocultura, suinocultura e piscicultura" como bases da economia local, que também tem amparo no "comércio bastante intenso e diversificado com produtos da terra", a exemplo da "cotegipana, cachaça artesanal produzida nos alambiques da cidade."
Antes de receber o nome atual, Cotegipe já se chamou Arraial de Avaí do Brejo Grande, Avaí de Santa Cruz, Povoado de Campo Largo e Barão de Cotegipe. "A região", conta o deputado, "era primitivamente habitada pelos índios acroás. O território integrava a sesmaria da Casa da Ponte. Seu povoamento iniciou-se na primeira metade do século XVIII, por aventureiros procedentes da Província de Pernambuco, que se estabeleceram à margem do Rio Grande, desenvolvendo a agropecuária. Pouco depois, em razão de uma grande cheia do rio, os pioneiros abandonaram o local e fixaram-se no Alto do Umbuxeiro, onde edificaram a igreja de Nossa Senhora Santana do Campo e fundaram um povoado."
Segundo o deputado Herbert Barbosa, "na data maior em que Cotegipe comemora a sua emancipação política, a Assembleia Legislativa solidariza-se com seus habitantes através do vereador Aldivino de Jesus, desejando que o progresso e o desenvolvimento socioeconômico sejam sempre constantes nessa amável terra."
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