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Sidelvan propõe campanha para combater a obesidade infantil

Publicado em: 12/06/2012 00:00
Editoria: Diário Oficial

Objetivo é conscientizar jovens e familiares para os perigos causados por maus hábitos alimentares
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Com o objetivo de incentivar a educação ou reeducação alimentar para crianças e adolescentes, o deputado estadual Sidelvan Nóbrega (PRB) apresentou indicação na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para criar a Campanha Educativa Permanente de Combate à Obesidade Infanto-juvenil. “A finalidade é conscientizar pais, crianças e adolescentes dos prejuízos que  podem sofrer em relação à saúde por terem hábitos alimentares e estilo de vida não saudáveis, advertindo-os que esses podem levá-los à obesidade”, explicou o parlamentar.   
De acordo com as informações apresentadas no documento de Sidelvan, são considerados obesas as crianças que atingem 20% a mais do peso ideal para a sua idade. O deputado acrescenta que a obesidade é uma condição clínica individual, doença crônica grave e um problema de saúde pública, já que o aumento de peso pode provocar várias doenças, a exemplo da renal, apneia do sono, câncer, redução da capacidade funcional e da qualidade de vida, dentre outras, aumentando a mortalidade. “A perda de peso reduz todos esses problemas de saúde, segundo afirmam estudos epidemiológicos”, acrescentou o parlamentar.
Sidelvan Nóbrega propõe que o acompanhamento técnico e nutricional nas escolas seja realizado pelas secretarias estaduais da Educação (SEC) e da Saúde (Sesab). A indicação também determina que as despesas com a execução da campanha ocorrerão por conta das dotações orçamentária próprias, suplementadas se necessário.
“É imprescindível que haja um investimento especifico por parte do Estado em ações de combate à obesidade, que transforme a vida de crianças e adolescentes para melhor, com medidas eficazes no combate permanente. É na infância que, havendo tendência para a obesidade, as células de gordura proliferem e fiquem  para sempre no corpo se não houver um controle imediato com medidas educativas”, argumenta o deputado.



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