A quase secular Jaguaquara foi homenageada na Assembleia Legislativa pelo deputado Euclides Fernandes, do PDT. Em moção de congratulações, o parlamentar contou os 91 anos de história do município, que completou mais um ano de emancipação política em maio. "A cidade nasceu de uma fazenda chamada Toca da Onça que, em 1896, pertencia ao casal Guilherme Martins do Eirado e Silva e Maria Luzia de Souza e Silva.
Na sede da fazenda havia três casas: a casa da sede, residência do casal, posteriormente doada às Franciscanas Imaculatinas e, hoje, Colégio Luzia Silva; uma casa de negócios com depósitos, dependências de empregados e rancharia para viajantes, que foi demolida para dar lugar à Praça J.J. Seabra; e uma casa de farinha que foi reformada e atualmente pertence à família Minahim".
Em 1912, continua Fernandes, "iniciou-se a construção das primeiras casas que formariam o povoado Toca da Onça, que pertencia ao município de Areia (atual Ubaíra). Em 1913, foi construída a estação da Estrada de Ferro de Nazaré, na sede do povoado". Em 1915, a localidade assume o nome atual e em 1923 é elevada a cidade. Em 1950, imigrantes vindos de diversas regiões da Itália desembarcaram em Jaguaquara. Eram 41 famílias, que receberam do governo um pequeno lote de terra para recomeçarem a vida.
"Jaguaquara acolheu ainda imigrantes de várias nações como Japão, Portugal, Espanha e Peru. A cidade possui uma das melhores festas de São João da Bahia, concentrando milhares de turistas em junho. É quinto produtor baiano de abacate e limão, quarto em maracujá e oitavo em tomate, segundo lugar em hortifrutigranjeiros em geral", diz Euclides Fernandes.
REDES SOCIAIS