A implantação de uma unidade da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental em Feira de Santana foi assunto de indicação da deputada Graça Pimenta ao governador Jaques Wagner. "Por ser a segunda cidade mais populosa da Bahia e também por possuir o maior entroncamento rodoviário do Norte-Nordeste, Feira de Santana carece de uma fiscalização ambiental que possa inibir a ação de crimes contra o meio ambiente, como recentemente ocorreu com a apreensão de 459 animais silvestres na Feira Livre da Estação Nova", justifica a parlamentar.
E "além de coibir o tráfico de animais silvestres na região, a implantação de uma unidade de Polícia Ambiental irá contribuir com a implantação e execução de ações conjuntas com a Prefeitura Municipal e a população em geral, buscando, através de programas de educação de caráter preventivo, a preservação de todas as formas de vida existentes no ecossistema da região", conclui a deputada.
O tráfico de animais é o comércio de espécies protegidas e torna-se um sério problema para a sua conservação. Se desmatamento, urbanização e poluição são as principais causas do desaparecimento de espécies animais e vegetais, o tráfico de animais também tem um impacto significativo sobre várias espécies. No Brasil, o tráfico de animais silvestres é considerado crime ambiental, conforme a legislação em vigor.
"O comércio de espécies vivos ou mortos, inteiros ou de certos órgãos, envolve a maior parte do seu tempo na caça selvagem e, muitas vezes, provoca uma diminuição da população a um limite crítico em que a sobrevivência da espécie está ameaçada", conclui.
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