A cidade, também conhecida como "Terra do Mar Moreno", por causa do encontro do Rio Jequitinhonha com o mar, fenômeno que deixa a água escura, foi parabenizada pelo deputado Ronaldo Carletto (PP), em virtude do seu aniversário de emancipação política e administrativa. Belmonte, município do extremo sul baiano, completou 121 anos de fundação no dia 23 de maio e recebeu moção de congratulações na Assembleia Legislativa.
O parlamentar relata que, historicamente, eram os índios botocudos que habitavam a foz do Rio Jequitinhonha, chamado pelos primeiros desbravadores brancos de Rio Grande. Catequizados, os indígenas participaram da vida comunitária imposta pelos jesuítas. Assim, foi fundada uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Madredeus, no início do século 18, formando uma povoação com o topônimo de São Pedro do Rio Grande.
Município criado por força de Ordem Régia de 1694, com território desmembrado de Porto Seguro, recebendo a denominação de Vila de São Pedro de Belmonte. A sede, criada com a denominação de Nossa Senhora do Carmo de Belmonte, por Alvará Régio de 11.04.1718, foi elevada à categoria de cidade por Ato Estadual de 23.05.1891.
De acordo com Ronaldo, o município tem como principais características econômicas a agropecuária, onde se destaca o cultivo de mandioca, cacau, cana-de-açúcar e coco-da-baía, e, na pecuária, os rebanho de bubalinos, bovinos e suínos. O setor turístico se destaca por suas belezas naturais e também por ser a "cidade do guaiamum", um crustáceo saboroso e abundante na cidade, o seu cartão-postal.
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