Maragojipe, "nome baseado na tribo indígena Marag-gyp, que significa braços invencíveis" comemorou mais um aniversário de emancipação política e teve sua história revivida pelo deputado Sidelvan Nóbrega (PRB) em moção de congratulações onde destaca que os índios eram "guerreiros, inteligentes, praticavam a agricultura, caçavam e pescavam para a sobrevivência. Exploradores de riquezas da região, passaram a residir no local e começaram a extrair madeira, a construir engenhos, casas de farinha, plantação de mandioca e cana-de-açúcar".
As terras de Maragojipe, continua o deputado, pertenciam à Capitania do Paraguaçu, "doada a D. Álvaro da Costa... em 1565 e desmembrada de Jaguaripe por Carta Régia de 17 de dezembro de 1693 e Portaria de 16 de dezembro de 1724". Maragojipe foi elevada a cidade "em maio de 1850"; tem 42, 8 mil habitantes e economia baseada no comércio, "com a tradicional feira realizada na cidade de quinta-feira a sábado".
Quanto aos recursos naturais, diz Nóbrega, o destaque é "o turismo ecológico rural e náutico, onde a pesca desportiva e o grande manguezal também atraem visitantes para a cidade. Maragojipe tem um rico patrimônio artístico e cultural. O Carnaval, com suas fantasias, e as festas religiosas são tradicionais no município".
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