Foi "com imenso prazer" que o deputado Fabrício Falcão (PCdoB) homenageou "Maracás e seu povo tão nobre e querido, desejando-lhes votos de progresso com desenvolvimento social e econômico, permitindo melhores condições de vida a todos os filhos dessa agradável cidade". Em moção de congratulações, o parlamentar conta a história do município, que data de 1659, "quando bravos bandeirantes portugueses, subindo o rio Paraguaçu e tomando o rumo da Serra Geral, deram combate aos indígenas e assentaram residência na região, povoando-a."
Precisamente no local que se ergue a sede municipal, atualmente, prossegue Falcão, "encontrava-se o aldeamento principal da tribo dos maracás, índios guerreiros, valentes, pertinazes na luta e seguros no golpe. Assim eram considerados devido a um instrumento de guerra que usavam e do qual nunca se separavam e que consistia em um cilindro oco, de madeira leve e fina, cheio de pedras miúdas e tapado nas duas extremidades."
Da penetração dos bandeirantes e da fama de ser o local um ótimo pouso, com pastagens verdejantes e terras de primeira qualidade para a agricultura, resultou o povoamento da sede, que se irradiou, mais tarde, por todo o município, até além das margens dos grandes rios Paraguaçu, de Contas e Jiquiriçá.
A capela foi elevada à categoria de freguesia em 1842. A partir dessa data, já apresentava condições excepcionais de capacidade para a vida política e autonomia administrativa. Em virtude da Lei provincial no 518, de 19 de abril de 1855, foi criado o município de Maracás com território desmembrado de Santa Isabel do Paraguaçu, posteriormente Mucugê.
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