As comemorações dos 27 anos de emancipação política e administrativa do município de América Dourada, transcorridas no dia 25 de fevereiro, foram registradas na Assembleia Legislativa pelo deputado Luizinho Sobral (PTN). Em moção de congratulações apresentada à Mesa Diretora da Casa, o parlamentar relatou a trajetória da cidade. Segundo Luizinho, a origem de América Dourada deve-se aos filhos e netos de João José da Silva Dourado, que, em 1870, compraram uma fazenda, que no decorrer do tempo passou a povoado e foi denominado de Mundo Novo.
"Tomando conhecimento da existência de uma cidade com esta denominação, sentiram a necessidade de mudar o nome do povoado para América. As povoações vizinhas passaram a chamar América dos Dourados, passando depois a se chamar América Dourada", contou.
De acordo com o deputado, América Dourada pertenceu ao município de Morro do Chapéu até o ano de1924 e, até 1984, pertenceu ao município de Irecê, sendo promovido a distrito em 1919. Nesse período, o distrito contou com a presença de Ângelo Cardoso Dourado, conhecido como o "médico dos pobres", sem omitir a presença do professor Nestor Pereira Borges, mestre de muitas gerações, e também do ilustre Coronel Terêncio Dourado, que lutou muito pela independência de América Dourada.
Segundo Luizinho Sobral, o dia de América Dourada chegou com a intervenção do deputado Eduardo Lopes, com a construção da Lei estadual no 1.896, de 2 de agosto de 1926. A partir daí, o distrito de América Dourada foi transferido do município de Morro do Chapéu para constituir a nova cidade de Irecê.
"Aproveito a oportunidade para ressaltar a importância incontestável e a contribuição deste município para o desenvolvimento econômico de nosso estado. Gostaria de parabenizar o laborioso povo americodouradense pela passagem dos 27 anos de emancipação política e administrativa", disse Sobral.
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