Prometendo contribuir para que a população tenha cada vez mais acesso à Justiça, o procurador geral de Justiça Wellington César Lima e Silva tomou posse à frente do Ministério Público do Estado pela segunda vez, reconduzido ao cargo após encabeçar lista tríplice e ter seu nome escolhido pelo governador Jaques Wagner. Lima e Silva ponderou que o MP deve ser encarado como fiscal do direito e não mais como um simples fiscal da lei e reafirmou compromissos com a sociedade e com a Nação. "É preciso que não limitemos nossa atuação apenas ao domínio da lide ou do conflito e tenhamos uma atuação colaborativa, propositiva, crítica e que formule propostas de políticas públicas em diversos níveis. O Ministério Público resolutivo é, pois, o melhor caminho a seguir", disse.
Presente à solenidade, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, elogiou o trabalho desenvolvido pelo procurador geral à frente do Ministério Público nos últimos dois anos e declinou sua confiança de que a instituição seguirá fiel aos princípios do direito e da democracia, destacando ainda a enorme credibilidade que o MP desfruta junto à sociedade civil. Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas divulgou pesquisa que aponta o Ministério Público como uma das três instituições mais respeitadas e confiáveis do país. Esse resultado, na opinião de Nilo, reflete a justeza e seriedade do trabalho desenvolvido pelo MP que, na Bahia, continuará sendo positivamente presidido por Wellington César Lima e Silva.
Para o governador Jaques Wagner, que escolheu Wellington Lima dentre os três nomes mais votados pelos membros da instituição, o seu desempenho no primeiro mandato correspondeu às expectativas. "A própria categoria reconheceu este desempenho, dando a ele uma votação muito mais expressiva do que da primeira vez (2010). Como já conheço o trabalho dele, nem tive a necessidade das entrevistas e fizemos logo a nomeação", observou.
O procurador geral de Justiça reeleito agradeceu a possibilidade de renovar o mandato e afirmou que para este próximo biênio para o qual tomou posse (2012-2014), a intenção é prosseguir com ações e programas que marcaram o primeiro exercício. "O MPE passou a participar bem mais de perto em áreas como a segurança pública, educação e saúde. Criamos novos centros de apoio neste domínio. De maneira que, tanto nas atuações clássicas, quanto na área do consumidor ou do meio ambiente, nesses novos domínios, também teremos dois anos de muito trabalho", disse.
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