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Targino repudia a violência doméstica

Publicado em: 07/03/2012 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado diz que é preciso evitar as tragédias
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O Dia Internacional da Mulher – que será comemorado no próximo dia 8 de março – foi lembrado na Assembleia Legislativa. "A violência contra a mulher, principalmente na América Latina, ainda registra índices alarmantes. A violência doméstica é a maior preocupação dos organismos não governamentais e governamentais que atuam na defesa da mulher", destacou o deputado Targino Machado (PSC), na moção de congratulações que foi entregue na Casa Legislativa.
Conforme pesquisas realizadas, dentre as formas de violência mais comuns, destacam-se a agressão física mais branda, sob a forma de tapas e empurrões, sofrida por 20% das mulheres; a violência psíquica de xingamentos, com ofensa à conduta moral da mulher, vivida por 18%, e a ameça através de coisas quebradas, roupas rasgadas, objetos atirados e outras formas indiretas de agressão, sofrida por 15%.
Seguindo o objetivo de que se elaborar instrumentos legais preventivos é preciso para que episódios marcantes e tragédias não aconteçam, o Brasil deu um importante passo: a criação da Lei Maria da Penha. Em referência à biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes. Essa mulher foi agredida pelo marido por mais de 20 anos. "A partir das atrocidades sofridas por Maria da Penha, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em 2001, responsabilizou o Estado brasileiro por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica contra as mulheres", disse o deputado.
Apesar do pequeno número de Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) na Bahia, o deputado destacou o avanço da luta no estado. "Muito se têm o que comemorar, mas ainda há um grande caminho a ser percorrido para a redução das desigualdades entre homens e mulheres no nosso país, apesar de constatações positivas registradas pelos órgãos especializados."



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