O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), participou ontem, no Fórum Ruy Barbosa, da posse dos novos integrantes da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia para o biênio 2012/2014. Foram empossados o desembargador Mário Alberto Simões Hirs, como presidente do Tribunal de Justiça; o desembargador Eserval Rocha para a 1ª vice-presidência; a desembargadora Vera Lúcia Freire de Carvalho para a 2ª vice-presidência; o desembargador Sinésio Cabral Filho para a Corregedoria Geral da Justiça e o desembargador Antônio Pessoa Cardoso para corregedor das Comarcas do Interior.
A cerimônia foi antecedida de ato militar, que começou às 10h, com a ex-presidente, Telma Britto, passando em revista a tropa formada em sua honra. Em seguida, já ao lado do governador em exercício Otto Alencar e outras autoridades, houve a homenagem à memória do jurista Ruy Barbosa. Aproximadamente, às 10h30, foi formada a mesa, com autoridades dos três Poderes, militares e religiosas para a sessão solene de posse no Salão Nobre.
A desembargadora Telma Britto abriu a sessão solene e convocou os membros da nova diretoria para tomar os seus assentos na solenidade de posse. O Hino Nacional foi executado, foram feitos os juramentos constitucionais e em seguida a sessão solene já passou a ser presidida pelo desembargador Mário Alberto Simões Hirs, que, já como presidente do Tribunal de Justiça, fez um breve discurso de agradecimento e que terminou com a frase "aceitem o meu compromisso de respeitar a lei."
Marcelo Nilo disse que manteve um relacionamento cordial e produtivo com a desembargadora Telma Britto enquanto ela exerceu a presidência do TJ, com momentos de divergências, mas sempre mantendo a visão de que o principal objetivo é a defesa do povo baiano. Sobre o novo presidente, Mário Alberto Hirs, Marcelo Nilo disse que é magistrado com muita experiência, fez uma excelente gestão na presidência do Tribunal Regional Eleitoral e que a expectativa é a melhor possível. "É um homem correto, íntegro e experiente, que alcançou o cargo máximo da magistratura baiana por sua competência e compostura profissional". O Poder Legislativo manterá um relacionamento independente, mas harmônico, lutando pelos interesses dos baianos como preconiza a Constituição estadual.
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