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Ex-governador Roberto Santos receberá Comenda Dois de Julho

Publicado em: 29/12/2011 00:00
Editoria: Diário Oficial

Documento entregue na mesa diretora ressalta qualidades de homem público do homenageado
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Os deputados aprovaram, na Assembleia Legislativa, projeto que concede a Comenda Dois de Julho a Roberto Figueira Santos. Nascido em 15 de setembro de 1926, natural de Salvador, filho de Dr. Edgar Rego dos Santos e D. Carmem Figueira Santos, diplomou-se em medicina pela Universidade Federal da Bahia, em 1949, e é também doutor em Ciências Médico-cirúrgicas, mais tarde se tornando professor titular da Ufba, iniciou sua trajetória política como secretário de Saúde da Bahia e governou o Estado entre 1975 e 1979. "Essa proposição tem por objetivo conceder uma significativa homenagem, na forma da Comenda Dois de Julho, ao ex-governador da Bahia e notável homem público Roberto Figueira Santos", relata o documento que foi entregue pela Mesa Diretora.
Médico e político, Roberto Santos sempre teve sua trajetória ligada à educação e tam-bém na defesa da saúde. Simultâneo ao seu papel político, o ex-governador foi presidente da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem) e presidente do Conselho Federal de Educação. Foi, também, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ministro da Saúde (1986/1987), representante do Brasil no Conselho Diretor da Organização Mundial da Saúde e, em 1967, foi reitor da Ufba. Roberto Santos tem mais de 40 trabalhos publicados, entre eles: Educação Médica nos Tópicos; O Ensino Médico no Brasil; e A Pesquisa Médica no Brasil.

TRAJETÓRIA

Sua trajetória partidária iniciou em 1974, quando ingressou na Aliança Renovadora Nacional (Arena). Findo o bipartidarismo, abrigou-se no Partido Popular (PP), fundado pelo senador Tancredo Neves, como uma alternativa capaz de reunir os setores moderados tanto da Arena quanto do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Com a associação do PP ao PMDB, aprovada em convenção nacional, Roberto Santos ingressou no PMDB.
Como governador da Bahia inseriu os Centros Sociais Urbanos (CSUs), num total de 33 em todo o Estado, com o objetivo de atender às populações de baixa renda. "Outro grande marco da sua administração foi a construção, em Salvador, do Centro de Convenções da Bahia, dotando a cidade de um moderno local de eventos. Depois implantou o Projeto Urbis, voltado à construção de casas populares. Na área da educação, a sua administração construiu 3 mil salas de aula no Estado", acrescentou o documento entregue pela Mesa Diretora.



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