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Taxistas podem ter curso básico de inglês para Copa do Mundo

Publicado em: 16/11/2011 00:00
Editoria: Diário Oficial

Projeto de Ubaldino prevê aulas durante seis meses para cadastrados no sindicato de classe
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O deputado Carlos Ubaldino (PSD) apresentou projeto de lei autorizando a Secretaria do Turismo do Estado da Bahia (Setur), por intermédio da Superintendência de Investi-mentos em Polos Turísticos, Suinvest, oferecer seis meses de curso básico de inglês (conversação) para os taxistas cadastrados nos Sindicatos de Classe, objetivando exclusivamente prepará-los para a Copa do Mundo de 2014.
Destacando a magnitude das construções e das remodelações de estádios em todo o Brasil, como pode-se perceber, em Salvador, na Nova Arena Fonte Nova, o parlamentar justificou seu projeto, ressaltando que todos os setores envolvidos no segundo maior evento esportivo do planeta devem estar preparados. "É necessário nos preocuparmos com os primeiros contatos que serão travados entre turistas estrangeiros e esses profissionais do volante, cuja relação de contraprestação de serviços vai exigir a conversação básica em vários idiomas, com uma abrangência maior para o inglês".
Segundo texto do projeto, a participação dos taxistas no curso básico de inglês, se apresentará como fator diferencial, dentro do quantitativo de profissionais que operam especificamente no translado Aeroporto Internacional x Centro e vice-versa, assim como em toda cidade. "Observa-se que a realização da Copa do Mundo de 2014 em nosso país, e particularmente na Bahia, tem uma importância incomensurável, até porque os resultados contribuirão para a melhoria das localidades que recepcionarão cada visitante, cada jogador. O que de melhor for feito e oferecido ao turista representará avanços sociais, materiais e financeiros, tanto para o país quanto para os brasileiros e baianos, no que concerne a trabalho temporário, troca de cultura e melhoria da imagem nacional", concluiu.
Para ele, é necessário investir na forma básica de conversação em inglês do profissional taxista, mesmo que só por seis meses. "Isto representará um custo/benefício que contribuirá significativamente para melhoria da autoestima de cada envolvido no processo, além de com certeza incentivá-lo a buscar avanços posteriores senão no inglês, mas certamente noutras línguas, como forma de crescimento pessoal e profissional.



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