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Geilson faz homenagem a Amélia Rodrigues

Publicado em: 07/11/2011 00:00
Editoria: Diário Oficial

Deputado do PTN congratula-se com a população no cinquentenário do município
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Os 50 anos de emancipação política e administrativa do município de Amélia Rodrigues, comemorados no último dia 20 de outubro, foram registrados nos anais da Assembleia Legislativa pelo deputado Carlos Geilson (PTN). Em moção de congratulações apresentada à Mesa Diretora da Casa, o parlamentar fez um breve relato da história do município, situado na Região Metropolitana de Salvador, a 84km da capital. "Gostaria de fazer um registro pela passagem dos 50 anos de emancipação política da cidade de Amélia Rodrigues. Esse aniversário significa a autoafirmação do povo amélia-rodriguenses, que buscou, com muita dificuldade, a emancipação como caminho para o desenvolvimento e ter identidade própria", disse Geilson.

HISTÓRICO

Criado em 1961, após ser desmembrado de Santo Amaro da Purificação, o município limita-se territorialmente às cidades de Feira de Santana, Coração de Maria, Conceição do Jacuípe e Santo Amaro da Purificação. Possui uma área de 124 km², aproximadamente, e tem como principais atrativos turísticos o Complexo da Cachoeira da Pedreira e o Milagre de São Roque, localizado no Povoado do Ipiranga. A cidade leva o nome da educadora, escritora, teatróloga e poetisa baiana Amélia Augusta do Sacramento Rodrigues, numa homenagem do governo baiano, através da Lei no 182, de 20 de outubro de 1961.
Nascida na Fazenda Campos, da freguesia de Oliveira dos Campinhos, então pertencente ao município baiano de Santo Amaro, Amélia Rodrigues completou sua formação no colégio então mantido por Cândida Álvares dos Santos. Começou a lecionar no Arraial da Lapa e, posteriormente, em Santo Amaro da Purificação, onde o fez por oito anos. Em 1891, foi transferida para Salvador e lotada no Colégio Central de Santo Antônio. Aposentada, retornou ao magistério de forma ainda mais dinâmica, onde fundou o Instituto Maternal Maria Auxiliadora, que mais tarde se transformou na Ação dos Expostos. Dedicou-se ao jornalismo como colaboradora de publicações religiosas, escreveu algumas peças teatrais e produziu obras didáticas, literatura infantil e romances.



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